Sonhos de Bola
Quando eu for grande quero ser ainda ser menino
Correr pela glória, pela vitória, por um destino
de rei ou de diamante negro, não importa,
Quero ser como o passarinho da perna torta.
Que eu possa tocar o céu com as mãos,
Barreira final separando a vida da morte.
Quem me chamem se santo, mesmo sendo pagão.
Bola na trave goleiro! Não falha quem tem sorte.
Ser ou não ser não se faz minha questão.
Ir ou não ir, vou além e deixo o lateral no chão.
O menino dos meninos, el pibe dourado
Canhoto e latino, baixinho e alado.
E Ainda que eu seja um volante trombador,
Me corra por dois, cabeça-de-bagre e batedor,
Quero estar onde estão os titãs da bola.
Por sorte fazer gol, seja de bico, seja de sola.
Do centro à frente comando o ataque,
Quero ser o toureiro, artilheiro, matador,
Que meu povo Alvinegro cante "Carrasco do Leão"
Sou o que faz vibrar e silencia por profissão.
Não é demais querer vestir a camisa dez,
Aos quarenta e quarenta e sete do segundo tempo
Receber a bola nos pés
Fazendo dela íntima, a primeira namorada
Virando o jogo, como quem vira a vida,
De bico e bicicleta, dois a um, e fim de partida.
Tiquinho morreu ontem. Foi um dos grandes heróis alvinegros de todos os tempos, fazendo o gol mais celebrado de todos, aquele que reafirmou a superioridade do Time do Povo sobre o bostaleza. A última vez que o vi foi no título de 2006, nas cadeiras. Vibramos juntos no gol com direito a requebra a cintura do Reinaldo Aleluia e no penalti perdido pelos arrogantes de pés sujos (Rinaldo, o fraco, chutou nas mãos de Adilson Paredão).
Há pouco acabou Ceará x São Caetano com vitória para o Mais Mais Querido. Decerto Tiquinho estava hoje no Castelão Alvinegro. Ou nas sociais tomando a sua, ou estava em campo, com a camisa 11, veloz pela esquerda, infernizando a defesa do São Caetano.
Correr pela glória, pela vitória, por um destino
de rei ou de diamante negro, não importa,
Quero ser como o passarinho da perna torta.
Que eu possa tocar o céu com as mãos,
Barreira final separando a vida da morte.
Quem me chamem se santo, mesmo sendo pagão.
Bola na trave goleiro! Não falha quem tem sorte.
Ser ou não ser não se faz minha questão.
Ir ou não ir, vou além e deixo o lateral no chão.
O menino dos meninos, el pibe dourado
Canhoto e latino, baixinho e alado.
E Ainda que eu seja um volante trombador,
Me corra por dois, cabeça-de-bagre e batedor,
Quero estar onde estão os titãs da bola.
Por sorte fazer gol, seja de bico, seja de sola.
Do centro à frente comando o ataque,
Quero ser o toureiro, artilheiro, matador,
Que meu povo Alvinegro cante "Carrasco do Leão"
Sou o que faz vibrar e silencia por profissão.
Não é demais querer vestir a camisa dez,
Aos quarenta e quarenta e sete do segundo tempo
Receber a bola nos pés
Fazendo dela íntima, a primeira namorada
Virando o jogo, como quem vira a vida,
De bico e bicicleta, dois a um, e fim de partida.
Tiquinho morreu ontem. Foi um dos grandes heróis alvinegros de todos os tempos, fazendo o gol mais celebrado de todos, aquele que reafirmou a superioridade do Time do Povo sobre o bostaleza. A última vez que o vi foi no título de 2006, nas cadeiras. Vibramos juntos no gol com direito a requebra a cintura do Reinaldo Aleluia e no penalti perdido pelos arrogantes de pés sujos (Rinaldo, o fraco, chutou nas mãos de Adilson Paredão).
Há pouco acabou Ceará x São Caetano com vitória para o Mais Mais Querido. Decerto Tiquinho estava hoje no Castelão Alvinegro. Ou nas sociais tomando a sua, ou estava em campo, com a camisa 11, veloz pela esquerda, infernizando a defesa do São Caetano.



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